
Acorda
O dia amanhece
Abre a janela da escuridão
A manhã floresce
Dá asas a tua imaginação.
Desperta
O sol espreita
Liberta-te dessa solidão
A manhã é perfeita
Segue o bater do teu coração.
Apressa-te
O orvalho seca
Define a tua direcção
A manhã passa depressa
Vive a vida com paixão.
Um belo poema, onde se sente o sol à espreita.
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Que bom tê-la encontrado aqui, eu que nunca a vi. Não sou grande fã de poesia em formato de versos, pois considero a maioria chatos, de significados muito íntimos e contextuais ao autor. Admiro que aprecie os poemas em geral, sendo meu gosto tão restrito quanto a isso.
Mas de alguns que li de ti, novos a antigos, me apraz bastante, me sendo significativos. Deste aqui, ele todo é simples e incrível. Em especial, gostei da parte do “sol espreita” e da última estrofe completa.
Tua escrita parece intencionalmente simples, e encantadora. Dá vontade de ler mais e mais.
Lerei-a de trás para frente, digo, das primeiras postagens às mais recentes.
Parabéns e obrigado por tais belezas que exibes, como fazem as flores no campo. Sem que seja para serem vistas, só são flores no verde, entre cores. E se alguém as vê, é como se significassem muitas coisas, e mais resplandescentes florescessem e fossem.
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Dou-lhe as boas vindas! É com muito agrado que leio as suas palavras, sendo para mim uma satisfação que tenha gostado … é um prazer fazer esvoaçar as palavras e ter conhecimento que muitas delas ganham pouso! Vou estando por aqui, sempre que quiser voltar…
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