…Entre poemas…

Constantemente inconstante,
da poesia amante,
desfio as palavras
e com elas teço uma história
entre olhares,
onde perdura a memória
de diálogos que imaginei,
poemas que inventei.

Todos pulsam no coração,
imaginados ou retratados,
ilustram a minha imaginação.

Tudo se inventa,
constantemente se cria.
Sou variável inconstante
entre os versos e as rimas
que me fazem companhia…

9 thoughts on “…Entre poemas…

  1. A poesia gosta de saltitar entre inconstantes variáveis. É dai que nascem as emoções e as palavras sentidas, as imaginações, as histórias e também as memórias. E que depois nos fazem companhia e dão origem a bonitos poemas como este.
    Bem-vinda de volta e um bom fim-de-semana!

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