
“Cada dia é uma fragrância
O meu coração um frasco de perfume
Alberga a doçura de saber amar
Liberta frescura ao acordar”
O dia acorda silencioso
Um pouco preguiçoso
Tal como o meu corpo
Ainda alimenta a madrugada
Avesso à alvorada
Entre gestos desajeitados
Tombados,
Sob a inércia do aconchego.
Enquanto o tempo
Aparece meio ensonado
Até um pouco camuflado
Mas não para de dar corda às horas
Flecha que me crava o pensamento
Não me deixa saborear o momento
Quero receber o amanhecer
Calmamente,
Como assim deve ser!
Lentamente, como se acordasse o sol
assim como adormece a lua e se deita a noite…
Por entre o canto dos pássaros
e a cadencia das ondas
desperto… por entre novas ideias de ontem…
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Muito bonito! Quem bem que fica no meu poema…obrigada.
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É um prazer ler e interagir consigo, obrigado eu!
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Oi Fernanda, amo tuas poesias. Elas sempre me fazem enternecer.
“O tempo não para de dar corda às horas”… quantas vezes eu desejei segurar os ponteiros do relógio para saborear sem pressa momentos de aconchego…
Beijos no coração!
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Muito obrigada! O meu tempo abranda ao ler as suas palavras… um verdadeiro mimo. Um beijo e uma boa semana.
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Tuas poesias são tenras, ou seja, demonstram delicadeza e transparência Fernanda! Tem sabor de bom dia como deveria de ser… parabéns! Belíssima poesia minha cara amiga… beijo no coração e tenha um fim de semana de paz e luz !
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