
Vejo-te a enrolar as ondas do mar
Sinto-te a assentar a poeira do ar
Escondes-te no meu cabelo
Que cede ao teu rodopiar
Esvoaçando para te agasalhar.
O meu corpo apega-se ao respirar
Do sopro que cai na minha pele
Toca nos poros até os arrepiar
Cruzo o meu olhar com o teu pensar
Nesse vai e vem constante de viajar.
És brisa
Levas as memórias que o tempo apagou
Liberto-me no aroma da tua aragem
Ganho leveza na minha bagagem
Agarro a vida que ainda não passou…
Agarra a vida… e agarrou as palavras certas para esta brisa nos tocar! Bonito!
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Com um sopro de agradecimento…
Continuação de um bom domingo, Dulce!
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A sua poesia é bonita, Fernanda.
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Obrigada! Fico feliz que tenha agradado.
Bom domingo!
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