
O dia amadurece
Como sendo um fruto,
Um rosto que envelhece
Semente deitada à terra
Colheita que a terra nos oferece.
As horas rodeiam a vida
E a natureza não fica desapercebida
Abre mão à ceifa
Que leva consigo o verão
E num sopro traz o vento
Debulhando o grão da nova estação.
Entre as folhas caídas
E as árvores que ficarão despidas
O olhar permanece
Atento ao desnudar
Que no outono acontece…
Que seja um tranquilo desnudar….perante o nosso olhar!
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Muito obrigada, Dulce!
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Acabei de ler um post da Dulce (Portugal) intitulado Outono… Maravilho-me com a leitura nos blogues, pois, acompanho o ciclo das estações e as visões que temos dela nos diferentes continentes…
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Somos levados pelas emoções das estações e por vezes entramos em sintonia de pensamentos…e esvoaçamos com eles.
Também li o texto da Dulce sobre o outono e é uma leveza outonal.
Uma boa noite, Estevam!
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👋👋👋👋
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👋👋
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A verdadeira essência do Outono. Belíssimo poema!
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Muito obrigada e seja bem vindo!
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