
A chuva toca nas vidraças das janelas,
a música ecoa dentro de casa.
Embebo-me na melodia
e viajo sem bagagem,
entre os movimentos que o corpo solta
e o acaso,
sem qualquer compromisso,
alheio à idade,
afastado da rotina.
Livre,
simplesmente a ouvir a voz,
a voz que transparece verdade,
feminina.
As palavras vestidas com vaidade
despertam-me.
Enquanto a chuva bate lá fora,
danço,
a poesia que ouço,
a poesia que escrevo…
Sou mulher
hoje ou outro dia qualquer.
Abraço tua sensibilidade com profunda admiração na dança suave dos versos e da chuva. Muito obrigado por tudo que és, Fernanda.🌷🍀🌷
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Obrigada, Fernando!
Um forte abraço .
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Uma bela forma de lembrar um dia que é nosso todos os dias.
E bendita é a chuva que faz nascer poesia!🧡
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A igualdade começa com essa verdade, todos os dias são nossos!
A chuva só permitiu relembrar essa identidade….e ao que parece irá continuar ☔☔☔
Para si Dulce fica o desejo de uma boa semana !
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Retribuindo essa delicadeza.Aqui chove também………rs
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Olá Miriam
Obrigada pela partilha 🌷
E apesar de hoje aqui se iniciar a primavera a chuva teima em continuar…
Um xi coração ❤️ para você!
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