
Queria tanto conhecer-me
como quem conhece um rio,
talvez o mar
ou um destino.
Sei que gosto de flores
e de sentir que a primavera
dura todas as estações
dentro de mim.
Queria tanto conhecer-me
com a mesma certeza
que acolho o amor
num abraço quente
e me entrego
à doçura de um sorriso.
Queria tanto conhecer-me
como quem escreve um poema
ou entrega o corpo
a uma dança não ensaiada.
Queria tanto conhecer-me
como alguém que sabe tudo
sinto que ainda não sei nada…
Que linda forma de começar o ano Fernanda, tão bonito e reflexivo o seu poema. 🤍
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Obrigada, Antónia.
Talvez o início de cada ano seja ir abrindo e conhecendo o nosso caminho um pouco mais🌻
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Se retermos e partilharmos o que a sensibilidade nos oferece/ ensina, já sabemos imenso. Talvez até seja o principal.
Que 2026 seja um ano poético… e sempre de novas aprendizagens! 🌼
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Concordo consigo, Dulce 🤍
Talvez a sensibilidade seja uma das formas mais profundas de aprender e de saber.
Que 2026 seja um ano poético e sempre com novas aprendizagens.
Muito obrigada e bom fim de semana!
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Estás muito próxima de se conhecer.
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É bom sentir que estamos nesse caminho, e o objetivo é ir sem pressa, mas sempre com propósito.
Obrigada, Estevam!
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Lindo poema, Fernanda. Uma reflexão que cabe bem em mim. Até assustei-me nessa manhã de domingo, pois foi o primeiro post que li.
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Muito obrigada, Silvana, pelas tuas palavras.
Fico muito feliz por saber que o poema encontrou espaço em ti, é sempre especial quando a escrita se reconhece, de alguma forma, em quem a lê🌼
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