
Não saberei como te dizer
Que o olhar que vês nos meus olhos
São lembranças
Que caem aos molhos
No corpo vestido de saudade
Pelo tempo que costurava as horas
Sem as transportar a todo o vapor
E o olhar respirava a fragrância do dia
Até lhe sentir o sabor.
Não sei bem como te dizer…
Já lá vai o tempo…em que o “tempo costurava as horas” tranquilamente….mas hoje o tempo já “costura” tudo à máquina!
O que é preciso é aproveitar o melhor possível o tempo que temos e continuar a dizer “sim” à inspiração. Como este poema!.
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Gosto das palavras e do tempo que a Dulce dedicou às minhas palavras…Obrigada!
Uma boa semana!
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Lindo demais
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Obrigada!
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A Fernanda escreve tão bem.
Tem sempre algo doce e leve para nos dizer, aprecio muito sua poesia.
Um bom fim de semana e um abraço.
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Obrigada, Irina!| Um abraço e o desejo de uma semana tranquila e inspiradora!
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Saudades
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