
Demorei o olhar
nos olhares sentados
nos bancos do jardim…
Nesses assentos de vida,
de vida respirada
tantas vezes
em horas aceleradas,
pela rotina que vestia os dias.
E agora?
Nos bancos do jardim
repousa o tempo,
o tempo enamorado nas lembranças
que perduram no silêncio,
à espera de encontrar quem as possa escutar.
E agora?
Nos bancos do jardim,
à sombra de um corpo envelhecido,
moldado pelas dores da solidão,
cabe o repouso de um andar cansado
que, ao abrir os olhos, vê o passado.
Tantas vezes
pousou o olhar nos olhares sentados
nos bancos do jardim…
E agora?
“…Nos bancos do jardim repousa o tempo…” E agora, escrevo quê? Maravilhoso, Fernanda.
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E neste tempo que antecede o tempo que repousa nos bancos do jardim, eu digo, muito obrigada, Fernando.
Continuação de uma boa semana!
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Mais um bonito e sensivel poema da Fernanda!
Entretanto já tenho desde ontem o seu livro Essência comigo. Para ir lendo tranquilamente!🥰
Abraço!
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Os olhos que hoje pousam o olhar nestes assentos, amanhã poderão ser o olhar para outros pousarem…
Dulce, fico muito feliz por ter o meu livro, espero que goste e desejo um boa leitura !
Obrigada 🌷
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effective
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Sometimes it is a true reality.
Thank you for visiting!
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