
O que cala a voz que trago no peito
O silêncio da chuva que cai
O rio que corre depressa
Fugindo do seu leito
Ou a surdez de quem passa
De olhar insatisfeito?
Não há tempo para recuar
Somos a multidão premiada para avançar
Não importa onde a corrente possa desaguar
Tecemos uma linha onde o destino é triunfar.
Sinto a voz do meu peito a afogar…