
Será a madrugada a inocência das noites
Ou o ventre onde habita a paixão
E alimenta o pernoitar dos desejos
Que se desnudam
Na luz clandestina
Onde o amor se prende à vida
E os corpos se libertam
Até o dia voltar a nascer.
Será a madrugada
Ou o amor simplesmente a acontecer?








