
A cortina abre-se
convidando o vento a entrar
a espreguiçar-se no meu acordar
a inspirar a ingenuidade da alma
e a decifrar a nudez do corpo
que respira cada movimento
como se a pele fosse abrigo
de todas as sensações…
A cortina abre-se
rodopiando na janela entreaberta
o ar pousa em todos os sentidos
acentua-se a vontade de te ver chegar
de saborear o bater do vento
no aconchego dos nossos corações…