
Constantemente inconstante,
da poesia amante,
desfio as palavras
e com elas teço uma história
entre olhares,
onde perdura a memória
de diálogos que imaginei,
poemas que inventei.
Todos pulsam no coração,
imaginados ou retratados,
ilustram a minha imaginação.
Tudo se inventa,
constantemente se cria.
Sou variável inconstante
entre os versos e as rimas
que me fazem companhia…